MIOPIA EM MARKETING-THEODORE LEVITT

VOZ HUMANA
CRIADO PELO LEITOR DE
Mais uma leitura de administração!
Neste domingo, depois de uma reunião familiar, com primos, tios, tias e etc, depois de renovar o espírito ao ver tais presenças, resolvi na noite do mesmo dia, ler mais um artigo daquele “desafio” de leitura. Ler com menos erros possíveis!
Desta vez, a cada erro que cometia, eu fazia um risco perto do parágrafo. Ficou bem mais fácil a revisão no audacity, pois não precisei escutar todo o áudio, apenas as partes erradas, com gaguejos, barulhos de (motoqueiros que passam na rua)!
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Tamanho: 7 mb |
Formato: pdf |
Páginas: 482 |
Você sabe o que é SEO?
Para quem não sabe, SEO é a sigla de Search Engine Optimization. Ela consiste nas estratégias para melhorar, de forma racional, a visibilidade de um site nos resultados da busca natural nos sites de busca. Em resumo, seria como aparecer no Google quando se busca por algo. Mostrar que o SEO é importante para um site não é difícil.
O problema é que ele é uma ação sem garantias. Ninguém pode prometer que um site ficará em primeiro lugar nos resultados. Mesmo assim, vejo muitos aproveitadores tentando enganar gente honesta com promessas. Achei legal escrever um artigo com os cinco maiores mitos SEO para evitar. Com isto fica fácil identificar quando um espertalhão tenta roubar o dinheiro suado dos donos de site.
Técnicas de Black Hat SEO valem a pena?
Existem técnicas de SEO que não são bem vistas pelos sites de busca, podendo causar até punição. Elas são conhecidas como técnicas de chapéu preto, em alusão aos hackers do lado negro. Estas técnicas costumam ter um retorno maior e mais rápido que as técnicas de Chapéu Branco que são as boas praticas de SEO, porém evite a tentação de ganho rápido. A BMW já aprendeu a lição. http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u19612.shtml Ela foi retirada do Google por apresentar versões diferentes do site para pessoas e para os robôs de busca, conhecidos como crawlers. Em hipótese alguma arrisque técnicas de Black Hat.
Não cadastre seu site em 9.743.529 sites de busca
De que adianta ter seu site cadastrado em milhares de sites e diretórios web se 80% das buscas estão concentradas nos três maiores site de busca. Ter o seu site cadastrado em diretórios é importante, por que cada link apontando para o seu site conta como um voto para aumentar a popularidade do site, mas cuidado com a dose. Existem, por exemplo, ferramentas que cadastram em milhares de sites de busca simultaneamente. Utilizar estes cadastros pode até ser considerada técnica de spam e ser punida pelos sites de busca, por isto muito cuidado. Outro problema e participar de fazendas de links, que são sites que existem apenas com a intenção de aumentar a popularidade dos sites linkados. A fazenda de links não são bem vistas pelos sites de busca.
Não basta espalhar palavras-chave pela página
Ter palavras-chave no documento é importante, mas não significa que você deva encher a página com elas. Tudo deve ser feito com bom senso. Não esqueça que as páginas devem ser feitas para pessoas e não para robôs de busca. Além de ficar estranho para uma pessoas ler o texto alguns sites de busca já conseguem identificar páginas entupidas de palavras-chave e diminuem a relevância delas. Fique atento que existem vários outros fatores influenciam o posicionamento, como o texto do link que aponta para a página. Escreva de uma forma agradável e útil ao seu visitante. Ele vai ficar grato e possivelmente pode ter um link apontando para a sua página com a palavra-chave de forma natural.
Meta tags não são a base do SEO
Já faz tempo que elas perderam a força. Ele serve mais como exercício de boas práticas e para ser exibido no texto da página de resultado de uma busca. O spam nas meta tags é considerado crime http://www.out-law.com/default.aspx?page=29&terms=meta+tag e já rendeu até 20 anos de prisão nos estados unidos para spammers.
Garantimos seu site no topo dos sites de busca?
Na busca orgânica, ninguém tem como garantir a primeira posição ou qualquer posição que seja. O sistema para rankear os resultado nos sites de busca são desconhecidos. O que os costuma acontecer é o uso de estratégia de confundir o cliente por parte de aproveitadores. Uma das estratégias e escolher um conjunto de palavras-chave como "placebo barato". Como só existe no site do cliente, a busca pelo termo acaba aparecendo nos primeiros resultados das buscas. O que acontece é que como ninguém vai procurar por este termo ou não serão geradas visitas relevantes. Outra estratégia é vender o serviço como SEO, prometendo os primeiros resultados, e na verdade eles utilizam links patrocinados por um tempo com valor do clique alto.
Fonte: http://imasters.uol.com.br/artigo/5414/seo/mitos_seo_-_nao_se_deixe_enganar/BBB 10 e seus patrocínadores
Na sua 10ª edição, o reality show Big Brother Brasil (BBB) da Rede Globo de Televisão é líder de audiência e programa favorito de milhares de telespectadores brasileiros. O modelo de programa foi criado pelo executivo holandês John de Mol, sócio da empresa Endemol, ele teve a idéia de colocar pessoas comuns desconhecidas, para conviverem juntas dentro de uma mesma casa, vigiadas por câmeras, 24 horas por dia.
Estão disponível 5 cotas de patrocínio, para marcas que querem visibilidade 24 horas por dia e um público variado em rede nacional. Empresas como Fiat, Niely, Guaraná Antarctica e Johnson&Johnson (Sundown) fazem participações, além de divulgarem seus produtos, são especialmente citadas em jogos durante o período de confinamento. Mas para isso, a cota, leia-se, visibilidade do produto e marca, custa em média de R$ 12 a R$ 13,5 milhões, sem contar os patrocínios, outras ações de marketing, merchandising, anúncios, anúncios extras, espaços vendidos na casa e assinaturas de pacotes na TV paga. Este ano, no lugar do HSBC, entrará a Unilever, com o produto Knorr.
Para termos uma idéia de quanto a emissora recebe por programa, por exemplo, nos dias de eliminação, se fixarmos um custo por ligação do 0300 a R$ 0,30, então teremos R$ 8 milhões, ou seja, se o contrato com a operadora de telefonia for de 50%, a Globo embolsa R$ 4 milhões somente em um único paredão. Isso é só uma estimativa, pois valores reais divulgados pela Globo, ultrapassam as cifras de R$ 100 milhões em receita, sem contar a publicidade. O programa é altamente rentável.
Após a pré-seleção e seleção final a produção do Big Brother Brasil firma um contrato com os inscritos. Paga a cada um dos participantes (rumores falados pelos próprios ex-participantes) R$ 500,00 por semana que ficar na casa e mais R$ 700,00 por mês. Portanto, mesmo não sendo o vencedor o participante volta para casa com um pequeno “prêmio no bolso”. E a saber, o custo diário para manutenção da mansão de 2.300 metros quadrados, com piscina, hidromassagem, sauna e tudo do bom e do melhor para os 15 brothers, sair por nada mais nada menos do que R$ 10.000,00.
A Rede Globo de Televisão adquiriu o direito de exibição do programa até 2012, por uma cifra não relevada a imprensa. Lembre-se de que o prêmio na 10ª edição é maior, será de R$ 1.500,000.
Fonte: http://www.gambira.com.br/lucros-e-gastos-do-big-brother-brasil-%E2%80%93-10%C2%AA-edicao/
Pergunta para se pensar....
qual é o real retorno (em lucros) que os patrocínadores estão tendo com essa mídia? Quanto será que suas vendas aumentaram por decorrência do Big Brother Brasil 10?
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Todo mundo faz propaganda
Campanha conjunta da Aba e Abap rebate críticas normalmente feitas à publicidade
"Não acredito que propaganda funciona. Você acha que alguém vai comprar isso porque dizem que é bacana?", duvida um rapaz em conversa com o amigo no sofá da sala, diante da TV, antes de atender uma ligação de alguém que deseja comprar o seu carro e disparar ao telefone: "A pintura está perfeita! Tem banco de couro, teto solar, completinho. O carro está maravilhoso! Carro de madame!".
A solução simples e certeira encontrada pela AlmapBBDO para passar a mensagem "Quem quer vender, faz propaganda" é um dos pontos altos da segunda fase da campanha "Propaganda faz diferença", assinada conjuntamente pela Associação Brasileira de Anunciantes (ABA) e pela Associação Brasileira de Agências de Publicidade (Abap) - veja o filme aqui.
"A propaganda faz parte da natureza humana. Negar isso não é inteligente. Todo crítico da propaganda faz propaganda em algum momento da vida", sustenta Marcelo Serpa, sócio e diretor de criação da AlmapBBDO.
Na mesma linha segue outro filme que mostra dois executivos a caminho da reunião anual que definirá o investimento em propaganda para o próximo ano. O chefe não hesita em pedir para que a verba seja cortada: "A gente não vai vender mais por causa de propaganda. É jogar dinheiro fora!". Entretanto, quando questionado pela secretária sobre um anúncio da sua casa de praia, ele pede que seja publicado em todos os jornais, com foto, e também na internet (veja aqui).
"O briefing da Aba e da Abap nos fez pensar no valor daquilo que produzimos todos os dias, na importância do que fazemos para a economia, a sociedade e o desenvolvimento do Brasil", conta Serpa. Ele acrescenta que a intenção é defender a atividade para público geral e também para segmentos específicos da sociedade - como o caso do comercial sobre executivos de empresas anunciantes.
Há ainda um terceiro filme novo, no qual imagens de publicidade de automóveis usadas em comerciais veiculados nas últimas décadas mostram a evolução da indústria automobilística até os dias atuais (veja aqui). "Com esse filme queremos mostrar que a propaganda incentiva a concorrências entre as marcas, incitando o desenvolvimento de novas tecnologias e de produtos mais modernos e baratos. Sem propaganda, viveríamos em um mundo de produtos parados no tempo", opina Serpa.
"Esta campanha é a face mais visível do trabalho de união da Aba e da Abap em torno de uma agenda positiva. Depois de vinte anos discutindo formatos de negociação e remuneração, paramos um pouco de tratar de conflitos e passamos a conversar sobre interesses comuns, pela defesa da indústria da comunicação", ressalta Dalton Pastore, presidente do Conselho Superior da Abap. "Houve uma migração da nossa atenção do conceito de custo para o de valor. Como o investimento em propaganda costuma ser o segundo ou terceiro mais importante no orçamento das grandes empresas, é preciso tratá-la como ferramenta de negócios. E esta é a primeira vez na história que Aba e Abap trabalham juntas em uma campanha", complementa Luiz Carlos Dutra, presidente do Conselho Superior da Aba.
A nova faze da campanha "Propaganda. Faz diferença" conta ainda com anúncios, spots para rádio e peças de mídia exterior e digital. A veiculação na mídia depende da adesão voluntária dos veículos. Da mesma forma, todos os envolvidos no desenvolvimento das pelas trabalharam voluntariamente. Além da criação da AlmapBBDO, a campanha conta com produção da Cine e da Tesis.
Fonte: http://www.mmonline.com.br/noticias.mm?url=Todo_mundo_faz_propaganda&origem=mmbymail






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